Durante as férias, as professoras buscaram uma forma de estimular o cuidado e a responsabilidade dos alunos, ao mesmo tempo em que mantinham o vínculo com o ambiente escolar. O mascote se tornou um companheiro para as crianças, participando de diversos momentos da rotina familiar. Essa interação serviu como base para as atividades de alfabetização, que foram registradas pelos próprios estudantes, transformando o período de descanso em uma oportunidade de aprendizado prático.

A professora Cátia Clein destaca que a proposta também abordou a construção da identidade. Os alunos foram incentivados a criar uma identidade completa para seus mascotes, escolhendo nomes e definindo suas preferências. “As crianças precisaram pensar na identidade dos seus mascotes, dando um nome, um apelido, pensando nos seus gostos e preferências. Nesse processo, elas criaram a certidão de nascimento e o passaporte do seu mascote”, explica a professora sobre as atividades de alfabetização desenvolvidas.

O projeto contribuiu para diversificar as práticas de leitura e escrita. A professora Clausi Artuso de Mello ressalta a importância da iniciativa para o principal objetivo pedagógico da série. “Nosso foco, no primeiro ano, é a alfabetização. Por meio dessa atividade, as crianças registraram o que fizeram com o mascote durante os dias de férias, as brincadeiras e os momentos junto aos familiares. Assim, puderam vivenciar diferentes formas de leitura, escrita e registro”, destaca.